Aconteceu na noite desta quarta-feira (21) a 7ª reunião ordinária do 3º período na Câmara Municipal de Chã Grande, Casa Paulo Viana de Queiroz. Participaram da reunião todos os vereadores.
Foram votados os requerimentos do vereador Ninho Moto-Táxi, que pedem ao poder executivo municipal a execução de obras de pavimentação de ruas no bairro Beatriz Alves, loteamento Morada Nova, e iluminação pública na localidade, visando assim melhor qualidade de vida aos moradores.
Ainda foi votado o projeto de lei complementar 011/2013, que implantava a cobrança de taxas de impostos às concessionárias de serviço público, como Internet, água e energia elétrica. O projeto foi apresentado ainda no segundo período de reuniões da Câmara e levado à comissão de Justiça. Após a avaliação dos advogados da Câmara, o projeto foi colocado em votação na última reunião, realizada na segunda-feira (19) e rejeitado pelos vereadores por 5 votos a 4.
Já nesta quarta-feira (21) o projeto foi colocado novamente em votação e mais uma vez foi reprovado pelos vereadores, desta vez, havendo empate em 5 a 5 e tendo o voto de desempate do presidente da Casa Sergio Magalhães. O projeto é totalmente inconstitucional, segundo o parecer dos advogados.
O desconto no salário dos professores inativos do município, realizado na última terça-feira (20) foi tema principal dos discursos dos vereadores de oposição na Tribuna da Casa Paulo Viana de Queiroz. Os vereadores denunciaram o ato irregular cometido pelo poder executivo municipal, mas precisamente o prefeito, de realizar os descontos nos salários dos profissionais da educação em Chã Grande, sem antes passar algum projeto pela Câmara dos Vereadores.
“Não vamos conseguir melhorar a educação no país, no estado, mas podemos melhorar no município, investindo no professor”, relatou o vereador Ninho Moto-Táxi em seu discurso sobre os atos cometidos pelo poder executivo municipal da desvalorização dos professores. “Tentaram matar o poder legislativo deste município”, Gilvan Pontaleão referindo-se ao ato irregular do poder executivo de não consultar o poder legislativo municipal.